Por um Mundo melhor com Jesus
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
JOÃO BATISTA O PRECURSOR DE JESUS
Quando Deus enviou João Batista para exercer o seu ministério, as condições espirituais do povo de Israel estavam em rápido declínio. Com a centralização de poder por parte dos sacerdotes, as normas de Deus foram desvirtuadas, desobedecidas e as coisas santas foram profanadas. As exigências da sociedade e as de Deus se achavam em constante conflito. O sacerdócio tornava-se mais e mais corrupto. A cobiça das riquezas e o amor do luxo e da ostentação propagavam-se gradualmente, enquanto que os prazeres sensuais, banquetes e bebidas causavam degeneração física e espiritual, insensibilizando o povo ao pecado.
Além disso, a nação de Israel achava-se em estado de excitação e descontentamento como conseqüência da tirania e extorsão por parte de Roma. João Batista tinha a incumbência de denunciar a corrupção nacional e repreender os pecados dominantes. Ele dirigia suas advertências contra os líderes religiosos de Israel, notadamente contra os fariseus e saduceus (Mateus 3:7). Declarava ele que seu orgulho, egoísmo e crueldade demonstravam serem eles uma raça de víboras, uma terrível maldição para o povo. De acordo com as palavras do profeta Isaías, ele seria a voz que clamaria no deserto:
“Eis a voz do que clama: Preparai no deserto o caminho do Senhor; endireitai no ermo uma estrada para o nosso Deus.” Isaías 40:3.
Nos quatro evangelhos esta profecia tem sido destacada, associando-a ao mensageiro João Batista:
“Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.” Mateus 3:3
“Conforme está escrito no profeta Isaías: Eis que envio ante a tua face o Meu mensageiro, que há de preparar o teu caminho; voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.” Marcos 1:2 e 3.
“E ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão de pecados; como está escrito no livro das palavras do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai as suas veredas.” Lucas 3:3 e 4.
“Respondeu ele: Eu sou a voz do que clama no deserto. Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.” João 1:23.
II – O ANJO GABRIEL ANUNCIA O NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA
Durante o reinado de Herodes, o Grande, vivia na região montanhosa da Judéia um idoso sacerdote de nome Zacarias, da ordem sacerdotal de Abias e sua esposa Isabel, pertencente à família de Arão, descendente, pois, de uma linhagem de sacerdotes. Não se sabe ao certo em que cidade da Judéia morava o casal Zacarias e Isabel, mas acredita-se que ela ficava 140 quilômetros ao sul de Nazaré. Com relação a Zacarias e Isabel, diz o relato bíblico que “ambos eram justos diante de Deus, andando irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor.” Lucas 1:6.
Zacarias dirigiu-se a Jerusalém para ministrar os serviços sacerdotais segundo a ordem da sua turma, que era de Abias. A definição da ordem de cada turma foi feita pelo profeta Davi, quando dividiu o ano sagrado dos hebreus em 24 turnos ou quinzenas. Assim, foram escolhidos os maiorais de cada turma para dirigirem os serviços do santuário. Por ser quinzenal, duas turmas exerciam suas atividades no santuário em cada mês do calendário. O registro bíblico das primeiras 24 turmas encontra-se em I Crônicas 24:
“E Davi os repartiu, como também a Zadoque, dos filhos de Eleazar, e a Aimeleque, dos filhos de Itamar, segundo o seu ofício no seu ministério. ...E os repartiram por sortes, uns com os outros; porque houve maiorais do santuário e maiorais da Casa de Deus, assim dentre os filhos de Eleazar, como dentre os filhos Itamar. ...E saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda a Jedaias; ...a sétima a Hacoz; a oitava a Abias; ...a vigésima terceira a Delaías; a vigésima quarta a Maazias.” I Crônicas 24:3, 5, 7, 10 e 18.
Deve-se observar que a oitava quinzena, dentro do ano sagrado dos hebreus, cabia ao turno de Abias. Esta quinzena correspondia à segunda metade do mês de Tamuz (quarto mês do calendário hebraico), que corresponde ao mês de julho, com base no calendário gregoriano, atualmente em vigor no mundo inteiro. O sacerdote Zacarias, pai de João Batista fazia parte da turma de Abias e a Palavra de Deus nos relata que nesta quinzena ele cumpriu os serviços sacerdotais no templo na ordem da sua turma:
“Ora, estando ele a exercer as funções sacerdotais perante Deus, na ordem da sua turma, segundo o costume do sacerdócio, coube-lhe por sorte entrar no santuário do Senhor, para oferecer o incenso.” Lucas 1:8 e 9.
Enquanto ele exercia as suas funções no templo, apareceu-lhe o anjo Gabriel da parte de Deus, avisando-o que sua esposa Isabel iria ter um filho e que se chamaria João:
”Então, um anjo do Senhor lhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso. E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João.” Lucas 1:11-13.
Por ter duvidado da palavra de Deus, transmitida pelo anjo, Zacarias ficou mudo e só voltou a falar depois do nascimento da criança:
“Disse então Zacarias ao anjo: como terei certeza disso? Pois eu sou velho, e minha mulher também está avançada em idade. Ao que lhe respondeu o anjo: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado para te falar e te dar estas boas novas; e eis que ficarás mudo, e não poderás falar até o dia em estas coisas aconteçam; porquanto não creste nas minhas palavras, que a seu tempo hão de cumprir-se.” Lucas 1:18-20.
Há de se destacar que o nascimento de João Batista foi um caso invulgar. Com base nos registros do evangelista Lucas, os pais de João Batista não tinham filhos, “porque Isabel era estéril, e ambos eram avançados em idade.” Lucas 1:7.
Casos idênticos ocorreram com algumas figuras notáveis do Antigo Testamento, tais como Isaque (Gênesis 25:21), Sansão (Juízes 13:1-5) e Samuel (I Samuel 1:1-20), todos nascidos de mães consideradas estéreis.
Diz o relato bíblico que Zacarias voltou para casa, após terminar seus trabalhos no templo e só então a sua esposa concebeu:
“Sucedeu que, terminados os dias de seu ministério, voltou para casa. Passados esses dias, Isabel, sua mulher, concebeu e ocultou-se por cinco meses,...” Lucas 1:23-24.
De acordo com esses dados, Isabel concebe no final do quarto mês do calendário hebraico (Tamuz).
No sexto mês de gestação de Isabel (décimo mês do calendário hebraico – Tebete), que corresponde ao mês de janeiro, segundo o nosso calendário gregoriano, o mesmo anjo Gabriel, comunica este fato a Maria, e lhe anuncia que ela conceberia e daria à luz um filho, ao qual poria o nome de Jesus (Lucas 1:31). João Batista, portanto, era 6 meses mais velho que Jesus. Diz o relato bíblico que “naqueles dias levantou-se Maria, foi apressadamente à região montanhosa, a uma cidade de Judá, entrou em casa de Zacarias e saudou a Isabel. ...e Maria ficou com ela cerca de três meses; e depois voltou para sua casa. ...Ora, completou-se para Isabel o tempo de dar à luz, e teve um filho.” Lucas 1:39, 40, 56 e 57.
Completados para Isabel os nove meses de gestação, nasceu João Batista. Seu nascimento ocorreu em fins do primeiro mês do calendário hebraico (Nisã ou Abib), que corresponde ao mês de abril, com base no calendário gregoriano, atualmente em vigor. Mais tarde, depois do nascimento de João Batista, mais precisamente quando se completaram os oito dias para o ritual da circuncisão do menino, era costume anunciar o nome que se queria dar à criança. Não foi pequeno o alvoroço dos vizinhos e parentes presentes, quando Isabel declarou que o recém-nascido se chamaria João. A escolha pareceu incomum, pois, contrariamente aos costumes, esse era um nome estranho à família de Zacarias:
“Ao que lhe disseram: Ninguém há na tua parentela que se chame por este nome. E perguntaram por acenos ao pai como queria que se chamasse. E pedindo ele uma tabuinha, escreveu: Seu nome é João. E todos se admiraram.” Lucas 1:61-63.
Todos ficaram em alvoroço, e a confusão ainda aumentou quando, após tanto tempo em silêncio, Zacarias, de repente, abriu a boca e começou a louvar o Senhor em alto e bom som.
Zacarias, o velho genitor, anuncia que aquele filho recém-nascido, “será chamado profeta do Altíssimo” Lucas 1:76. Ele cumpriria uma profecia dada por Deus ao profeta Isaías (Isaías 40:3) e ao profeta Malaquias (Malaquias 3:1).
III – O MINISTÉRIO DO PROFETA JOÃO BATISTA
Deus chamara o filho de Zacarias para uma grande obra. As escrituras Sagradas relatam que “o menino crescia, e se robustecia em espírito; e habitava nos desertos até o dia da sua manifestação a Israel.” Lucas 1:80. Esse mensageiro tinha que ser santo, por isso, antes do seu nascimento o anjo dissera a Zacarias que ele “será grande diante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Espírito Santo.” Lucas 1:15. Eram condições indispensáveis para cumprimento de sua missão, pois ele foi chamado para exercer o sacerdócio de Deus. Seu papel seria semelhante ao dos profetas do Antigo Testamento, incumbidos por Deus a encorajar o povo a converter-se de seu mau caminho e voltar-se para Deus.
Ele não foi educado nas escolas dos rabis e nem foi enviado às escolas de teologia para aprender a interpretar as Escrituras. Deus chamou-o ao deserto, para ali aprender acerca da natureza e foi ali que ele se preparou para exercer a sua missão de “converter muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus e ir adiante dEle no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, a fim de preparar para o Senhor um povo apercebido.” Lucas 1:16 e 17. Ele foi comparado ao destemido profeta Elias, que em seu ministério confrontou governantes ímpios e líderes religiosos pagãos. Inclusive nas maneiras e no vestuário, assemelhava-se ao profeta Elias:
“Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.” Mateus 3:4. (Comparar com II Reis 1:8).
João Batista pregava a verdade e apresentava ao povo os mandamentos de Deus, sem jamais temer os homens e sem jamais temer a opinião popular. A verdade é que Deus não manda mensageiros para lisonjear o pecador. João Batista não transigiu com a sua consciência, nem perverteu os ensinamentos de Deus para conseguir posição social ou proteção. Ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão de pecados (Lucas 3:3) e cumprindo o que está escrito no livro do profeta Isaías (Isaías 40:3-5). Ele anelava despertar o seu povo para uma vida mais santa.
João Batista enfrentou os líderes religiosos, entre os quais os saduceus e fariseus, chamando-os de “raça de víboras”. A esses líderes, ele deu a seguinte mensagem:
“Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira vindoura? Produzi, pois frutos dignos de arrependimento, e não queirais dizer dentro de vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão; E já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.” Mateus 3:7-10.
Entre as multidões que se haviam congregado em torno dele no Jordão, houve um que se destacou e o procurou para ser batizado. Tratava-se de Jesus, o Filho de Deus. Quando Jesus pediu o batismo, João Batista inicialmente recusou, por reconhecer sua própria pecaminosidade e a condição justa de Jesus. Ele exclamou: “Eu é que preciso ser batizado por Ti, e Tu vens a mim?” Mateus 3:14.
Mas Jesus insistiu e prometeu a João um sinal que iria identificar o Filho de Deus. Quando Jesus foi batizado, cumpriu-se o sinal: João viu o Espírito de Deus sendo derramado sobre Jesus e ouviu a voz do próprio Deus declarar que Jesus era Seu Filho (Mateus 3:17; Marcos 1:11; Lucas 3:22; João 1:34). Após ser batizado, esteve Jesus no deserto por cerca de 40 dias. Ao retornar, Jesus teve um encontro com João Batista em Betânia, da outra banda do Jordão. Nesta oportunidade João Batista apresentou Jesus aos que estavam com ele e disse-lhes: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” João 1:29. No dia seguinte, naquele mesmo local, acompanhado por dois de seus discípulos, João Batista viu Jesus passar por ali. Fixando atentamente seus olhos para Ele, disse: “Vejam! Aí está o Cordeiro de Deus!” João 1:36.
Enquanto os discípulos de Jesus batizavam na região da Judéia, João Batista continuou seu ministério de forma independente, realizando batismos em Enom, próximo de Salim (João 3:22 e 23). Quando chegou a João a notícia de que Jesus estava fazendo muitos discípulos, João não ficou com ciúmes, mas replicou: “Vós mesmos me sois testemunhas de que disse: Eu não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dEle. ...É necessário que Ele cresça e que eu diminua.” João 3:28 e 30.
IV – A PRISÃO E MORTE DE JOÃO BATISTA
João Batista exerceu grande parte do seu ministério no território leste do rio Jordão, região que se achava sob o domínio do rei Herodes Antipas, o qual era edomita (descendente de Esaú). O rei Herodes Antipas, embora obedecesse a algumas doutrinas do judaísmo, recebeu de Roma vários benefícios, entre os quais a cidadania romana, isenção de tributos e o cargo de tetrarca, sendo a sua parte a Galiléia e Peréia. Ele provocou escândalo ao divorciar-se de sua primeira esposa, a filha do rei nabateu Aretas IV, e casar-se com Herodíades, a esposa de seu meio irmão Herodes Filipe. Isto lhe custou uma represália por parte do rei nabateu Aretas IV, que, para vingar a filha, atacou-o e derrotou-o anos mais tarde.
Em suas exortações, João Batista repreendeu o tetrarca Herodes Antipas por todas as maldades que havia feito e por causa do seu novo casamento com Herodíades, denunciando esta união como ilegítima. Ele disse ao tetrarca: “Não te é lícito ter a mulher de teu irmão.” Marcos 6:18. Como prosélito, o tetrarca Herodes Antipas estava sujeito à lei judaica, que estabelecia claramente: “Se um homem tomar a mulher de seu irmão, é imundícia; ...” Levítico 20:21. A acusação de João Batista irritou especialmente a Herodíades, que influenciou Antipas a colocar o mensageiro de Deus na prisão. Diz o relato bíblico que “Herodíades lhe guardava rancor e queria matá-lo, mas não podia; porque Herodes temia a João, sabendo que era varão justo e santo, e o guardava em segurança; e ao ouvi-lo, ficava muito perplexo, contudo de boa mente o escutava.” Marcos 6:19 e 20.
Quando João Batista esteve preso, soube das obras poderosas realizadas por Jesus. Desejando a comprovação disso do próprio Jesus, mandou dois de seus discípulos para perguntar a Jesus: “És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro?” Lucas 7:20. Os discípulos de João encontraram Jesus no exato momento em que Ele estava curando muitas pessoas de diversas doenças, inclusive devolvendo a vista aos cegos. Quando eles fizeram a pergunta, Jesus lhes respondeu: “Ide, e contai a João o que tendes visto e ouvido; os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.” Lucas 7:22. Depois que os discípulos de João foram embora, Jesus dirigiu-se à multidão e disse: “Dentre os nascidos de mulher, não há maior do que João; ...” Lucas 7:28.
Algum tempo depois, Herodíades deu vazão ao seu rancor contra João. Durante a celebração do aniversário natalício de Herodes, a filha de Herodíades agradou a Herodes com sua dança, no que ele jurou dar-lhe tudo o que pedisse. Instigada pela mãe, que odiava João pelas acusações feitas a ela, a moça pediu a cabeça de João Batista. Herodes, em consideração a seu juramento e às pessoas presentes, concedeu-lhe este pedido. João foi decapitado na prisão e a cabeça dele foi entregue numa travessa à moça, que a levou à sua mãe (Mateus 14:6-11; Marcos 6:21-28).
Os discípulos de João Batista vieram e removeram o seu corpo e o sepultaram, relatando este assunto a Jesus (Mateus 14:12)
V - CONCLUSÃO
A missão de João Batista como precursor do prometido Messias foi plenamente reconhecida e teve amplo destaque nos escritos do Novo Testamento. João Batista foi descrito por Jesus como “muito mais do que profeta” (Mateus 11:9).
Jesus Cristo também confirmou aos Seus discípulos que a vinda de João Batista se dera em cumprimento da profecia de Malaquias 3:1:
“Este é aquele de quem está escrito: eis aí envio eu ante a tua face o meu mensageiro, que há de preparar adiante de ti o teu caminho.” Mateus 11:10 (ver também Lucas 7:27).
Um anjo enviado da parte de Deus resumiu a obra que seria realizada por João Batista, em cumprimento da profecia de Malaquias 4:5 e 6:
“Irá adiante do Senhor no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado.” Lucas 1:17.
Em muitos aspectos João Batista foi semelhante ao destemido profeta Elias. A fim de preparar um povo para o primeiro advento de Cristo, Deus enviou João Batista para andar “no espírito e virtude de Elias” (Lucas 1:16 e 17). É neste sentido, e neste só, foi ele o Elias, conforme anunciado pelo profeta Malaquias: “Eis que Eu vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor.” Malaquias 4:5. O mestre Jesus havia dito que João Batista cumpriu esta profecia (ver Mateus 11:14 e 17:10-13). Todavia, esse grande e terrível dia, conforme está descrito na mesma profecia de Malaquias 4:5, cumprir-se-á novamente no futuro próximo, porém, em toda a sua plenitude. É preciso analisar todo o seu contexto.
A mensagem de João foi clara, precisa e ela resultou em genuína operação de arrependimento e reforma nos corações daqueles que por ele foram batizados (Mateus 3:1-8). Ele não se corrompeu para conseguir proteção. O seu propósito era obedecer a Deus e permanecer leal a toda a verdade. Cristo tem declarado que João Batista não era uma cana agitada pelo vento (ver Mateus 11:7 e Lucas 7:24). É uma referência ao caráter justo de João e principalmente ao fato de ele ter sido um pregador que não transigia com o erro. O verdadeiro povo de Deus também não hesitará fazer suas escolhas entre o certo e o errado.
CAMINHANDO COM JESUS
"O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação" (Jó 14:1).
Estas palavras, ditas milhares de anos atrás, expressam o sentimento de muitos dos que vivem hoje em dia. Agora, contudo, há uma saída: Jesus Cristo. Ele disse de si mesmo, "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida" (João 14:6). Para tudo que é verdadeiramente bom, tanto nesta vida como na vida vindoura, Jesus Cristo é o caminho.
Seguir a Jesus como "o caminho" significa mais do que só louvá-lo com nossos lábios. Ele disse:
"Por que me chamais 'Senhor, Senhor,' e não fazeis o que vos mando?" (Lucas 6:46).
"Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (João 8:31).
A vida e o ensinamento de Jesus são encontrados nos primeiros quatro livros do Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas e João. Outros livros do Novo Testamento são também o ensinamento de Jesus, pois ele revelou-o pelo Espírito Santo, através de homens como Pedro e Paulo. Paulo escreveu:
"Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo" (1 Coríntios 14:37).
Seguir Jesus como o caminho, portanto, exige um estudo cuidadoso do Novo Testamento e um esforço determinado para viver como ele ordena.
Jesus, o Caminho para uma Vida Melhor
Jesus declarou o propósito de sua vinda à terra com as seguintes palavras:
"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10).
Jesus providencia esta vida melhor, oferecendo a solução para os problemas que tornam a vida difícil: culpa, insatisfação e medo. Ele não promete riqueza ou luxo, mas nos conforta com uma mensagem de um Pai amoroso no Céu, que cuida de seus filhos e que proverá as coisas de que eles verdadeiramente necessitam.
"Portanto, não vos inquieteis, dizendo 'Que comeremos?'. . . Pois vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas estas coisas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:31-33).
As pessoas mais felizes no mundo são aquelas que mais completamente se dedicam a seguir Jesus como o caminho.
"No qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória" (1 Pedro 1:8).
Jesus, o Caminho para o Perdão dos Pecados
O pecado é uma ameaça mais séria contra nosso bem-estar do que qualquer perigo físico, econômico ou social, que enfrentemos. Entretanto, todos nós somos culpados de pecado e incapazes, por nós mesmos, de remover sua mancha. O pecado é violação da lei de Deus e somente Deus pode perdoá-lo. Ele providenciou nosso perdão através de Jesus.
"No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Efésios 1:7).
"Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pedro 2:24).
Depois de seu sacrifício por nós, Jesus explicou como aqueles que estão perdidos no pecado podem ter a remissão dos pecados e serem salvos.
"Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém" (Lucas 24:46,47).
"Quem crer e for batizado ser salvo" (Marcos 16:16).
Jesus, o Caminho para Deus
As pessoas perdidas necessitam mais do que perdão dos pecados. Elas precisam de recuperação daquela íntima união com Deus que perderam por seu pecado. Enviando Jesus ao mundo, ""Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (2 Coríntios 5:19).
Jesus declarou que só se pode chegar a Deus através dele. Ele disse:
"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).
Jesus, o Caminho para Sair da Confusão Religiosa
Muitos dos que desejam seguir a Cristo são repelidos pela multidão de igrejas e de doutrinas conflitantes ensinadas por aqueles que professam ser cristãos. Não precisamos fazer parte desta confusão. Jesus não a aprovou.
Em Mateus 16:18, Jesus prometeu:" "Edificarei a minha igreja."
Lemos sobre o começo de sua igreja em Atos, capítulo 2.
"Acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (Atos 2:47).
O Senhor está ainda acrescentando à sua igreja aqueles que estão sendo salvos. Se somos salvos, estamos em sua igreja e unidos com todos os outros que nela estão.
"Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos" (Efésios 4:4-6).
É bom para nós adorarmos e trabalharmos com outros indivíduos salvos, que são ligados conosco em Cristo por estes laços da união. Mas, se ingressamos em outro corpo (denominação), aceitamos outro senhor (autoridade religiosa) ou aderimos a outra fé (credo), estamos deixando a unidade pela qual Jesus orou, em João 17:20,21.
Jesus, o Caminho para o Céu
"Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hebreus 9:27).
A morte é a porta, tanto do céu como do inferno. Morrer em Jesus é morrer no caminho para o céu.
"Então, ouvi uma voz do céu, dizendo, Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham" (Apocalipse 14:13).
"Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à arvore da vida, e entrem na cidade pelas portas" (Apocalipse 22:14).
domingo, 13 de janeiro de 2013
Que Idioma Era Falado Por Jesus?
Tem sido aceito por muitos teólogos que o aramaico era a língua primária de Jesus e a linguagem predominante da população judia da Palestina. Esta crença repousa no fato de que o Grego, a língua franca da época, nunca substituiu totalmente o aramaico na Palestina. Por exemplo, H. Mudie Draper afirma o seguinte em reposta a afirmação de que o grego poderia ter sido a língua primária de Jesus:
‘Até o século sétimo D.C., o aramaico era a língua de comunicação para o comercio e a diplomacia entre as nações da Mesopotâmia, Ásia Menor e Palestina. A frase ‘os gentios de fala grega’, não significa que este povo falasse apenas grego, mas que no meio da população onde a língua diária era o aramaico, os gentios eram bilíngües... [Aramaico] foi difundido e popular a pelo menos do quarto século A.C. até o nono século D.C. (H. Mudie Draper, “Did Jesus Speak Greek?,” The Expository Times 67 (1995-1996): 317.).
Outros estudiosos, contudo, argumentam que o hebraico poderia muito bem ter sido a língua de Jesus. J. A. Emerton afirma o seguinte:
‘Jesus foi criado na Galiléia, e é comumente aceito que ele normalmente falava aramaico e que o usava quando ensinava as multidões na Galiléia ou falava com seus discípulos que eram galileus. O aramaico serviria também a seu propósito quando visitava Jerusalém, pois era entendido por pessoas cuja língua vernácula fosse o hebraico... Contudo, se o hebraico era normalmente falado por muitos na judéia, então Jesus talvez tenha feito uso dele com mais freqüência do que supõem muitos dos estudiosos do Novo Testamento. É igualmente possível que o hebraico fosse a língua primária de Jesus, não obstante sua educação Galiléia e a probabilidade de que ensinava em aramaico na Galiléia.' (J. A. Emerton, “Problem of Vernacular Hebrew in the First Century A.D. and the Language of Jesus,” Journal of Theological Studies 24 (1973): 17.).
Conquanto seja verdade que provavelmente pelo primeiro século da era cristã o aramaico fosse a língua primária de muitas regiões judias, é duvidoso que ela tenha sido a língua primária para todo o judeu na Palestina, particularmente aqueles da província da Galiléia (cf. Daniel B. Wallace, Greek Grammar beyond the Basics: An Exegetical Syntax of the New Testament (Grand Rapids: Zondervan, 1996), 24.).
Há muitas boas evidências para se dar apoio ao fato de que o grego era a língua predominante da área. Stanley Portes diz:
'Outros estudiosos tem argumentado fortemente pela predominância do grego no primeiro século na Palestina e, assim, no ministério de Jesus. Seus argumentos, alem de outros fatos se fundamentam em o grego ser a língua franca do Império Romano, a natureza trilíngue do material do deserto judaico, incluindo as cartas gregas de Bar Kokhba, inscrições, ostraca e evidências ossuárias, evidência literária (Ex. os escritos de Josefo), e o mais importante, o fato lingüístico de que o NT ter sido transmitido em grego desde seus mais primitivos documentos. Abbott, Argyle, Smith, Sevenster, N. Turner, Lieberman, Mussies, Treu e Hengel, dentre outros, argumentam de várias formas que o grego estava em uso difundido na multilíngüe sociedade do 1° século na Palestina. Parece não haver nada que impedisse um morador da Palestina de aprender o grego, certamente como uma segunda língua ou mesmo como uma primeira língua. (Stanley Porter, Verbal Aspect in the Greek of the New Testament, with Reference to Tense and Mood (Bern and New York: Peter Lang, 1989), 113.).
O gramático Nigel Turner também concorda que seja posível que Jesus falasse grego; ele sustenta que o grego foi provavelmente a língua que Jesus se comunicou com a mulher Siro fenícia, com o centurião romano e Poncio Pilatos. (Nigel Turner, Grammatical Insights into the New Testament (Edinburgh: Clark Publishers, 1965), 176.).
Robert Gundry argumenta que todas as três línguas estavam em uso na Palestina do primeiro século. Em seu artigo “The Language Milieu of First-Century Palestine”, ele diz o seguinte:
“Já existem provas de que todas as três línguas em questão – Hebraico, Aramaico e Grego – eram comumente usadas pelos judeus na Palestina do primeiro século. Não estamos mais lidando com questões incertas ou duvidosas... Escavações realizadas pelos franciscanos no monte das oliveiras desenterraram ossuários datados da época da guerra judaica (66-73 D.C.). Em sete destes ossuários a língua é a hebraica, em onze é aramaica, e em doze deles é grega... É mesmo impressionante fazer tal descoberta no Sul da Palestina. Os estudiosos sempre reconheceram que os judeus da Galiléia, estando mais distante do centro do judaísmo e mais próximos de áreas gentias como a Decápolis e localizada na rota da Via Maris, eram mais helenizados do que os judeus da Judéia. Contudo, as descobertas arqueológicas mostram que mesmo no Sul, o grego era comumente usado. Com isso se torna mais provável ainda que o galileu Jesus e os apóstolos, que eram predominantemente, senão exclusivamente galileus, tenham comumente usado o grego em adição às línguas semíticas. Assim sendo, muito da tradição evangélica podem ter sido originalmente transmitidas tanto em moldes gregos quanto em aramaico e hebraico... Não podemos simplesmente trabalhar com o pressuposto de que tudo estivesse originalmente em aramaico, que deveríamos procurar equivalentes em aramaico quando possível, e que onde os equivalentes em aramaico não poder ser traçado, devemos rejeitar a autenticidade.” (Robert Gundry, “The Language Milieu in First-Century Palestine,” JBL 83 (1964): 405-408).
Portanto, é impressionante que o grego fosse usado muito mais do que tradicionalmente se pensava.
Philip Edgcumbe Hughes assim diz:
“As evidências sociológicas, lingüísticas e arqueológicas indicam que a Palestina era largamente multilíngüe, com o aramaico e o grego em uso bastante difundido, o hebraico como uma íngua escrita (e possivelmente como língua vernácula), e o latim como língua em casos políticos e administrativos." (Porter, Verbal Aspect, 113.).
Contudo, Moulton argumenta que apesar do uso de semitismo em Mateus, é improvável que os verssos 17-19 (ou qualquer outro verso desta questão) fossem tradução do aramaico. Ele sustenta que o estilo de Mateus é muito polido e muito entremeado de orações subordinadas e genitivos absolutos para se tratar de uma tradução. (James Moulton, A Greek Grammar of the New Testament , vol. 4, Style, ed. Nigel Turner (Edinburgh: T & T Clark, 1906), 37.).
Todavia, mesmo que Jesus fosse trilíngue, isto necessariamnete significa que ele falou grego em Mateus 16.17-19? De acordo com Poter, há evidências suficiente para sugerir que Jesus falou mesmo em grego nesta ocasião. Primeiro, Potter argumenta que enquanto o plural de ‘ouiranov’ é comum em uso semítico, deve ser lembrado também que a forma plural da palavra é usado por um número considerável de autores gregos extra-bíblico, incluindo Aristóteles, e que o próprio Mateus usa tanto a forma singular quanto plural da palavra (cf. 5.34-35; 6.10.19-20;18.18). (Stanley Porter, “Did Jesus Ever Teach in Greek?,” 234).
Segundo, Potter diz que o uso de ‘adhes’ pode também sugerir que Jesus falava grego aqui. Embora haja muitos paralelos a esta frase no Velho Testamento (Jo 17.16 e Is 38.10), há muitos mais paralelos na literatura grega secular, já que a imagem do Hades é tradicionalmente clássica (cf. Homer, Il. 9.312; Od. 11.277; Euripides, Hec. 1).
Terceiro, se a confissão de Pedro ocorre em Cesaréia de Filipe, então é totalmente possível que Jesus estivesse falando grego aqui. Cesaréia de Filipe era uma grande cidade gentia antes de Herodes o Grande reconstruí-la ou Herodes Filipe renomeá-la. Assim, esta cidade teria sido o lugar mais apropriado para o uso do grego do que qualquer outro lugar na Palestina.
Ainda que tais argumentos não provem que Jesus tenha falado o ‘logion’ em grego, pelo menos eles levantam a possibilidade de que o grego, e não o aramaico pode ter sido falado aqui e em outros lugares durante o ministério de Jesus.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Aero Jump: finalidade e Beneficios
Conheça os benefícios de um esporte que faz o maior sucesso nas academias. A modalidade que lembra uma brincadeira de criança conquista os adultos e é a preferida nas academiasEmsergipe.com
Bem-vindos ao Vitrine Esportiva! Depois do incentivo das olimpíadas 2004 é hora de tirar a malha da gaveta e invadir a academia. Fomos conferir uma modalidade que está fazendo o maior sucesso entre os praticantes. É o Aero Jump, como o nome sugere é uma aula com características aeróbicas, realizadas com saltos e movimentos de corrida estacionária sobre uma mini cama elástica individual. A professora Aline Villanova garante que o jump é um esporte completo que pode ser praticado por qualquer pessoa. “O jump é um esporte eficiente, seguro, divertido e de baixa complexidade de execução, dessa forma, permite que qualquer pessoa consiga participar plenamente das aulas”, declara.
Na realidade são inúmeros e fascinantes os benefícios que o Aero Jump proporciona para os participantes. Reduz a gordura corporal, enrijece os braços, pernas, coxas, abdômen e glúteos, aumenta a agilidade, rejuvenesce o corpo quando está cansado e melhora o estado de saúde mental e físico. Segundo estudos realizados pelo professor Carlos Salto Neto das Faculdades Integradas Toledo de Araçatuba - SP, a demanda energética numa aula com duração de 30 minutos é de aproximadamente 200 a 260 Kcal. Portanto, este programa é de grande auxílio no controle do peso corporal.
Confira porque as aulas de Aero Jump fazem tanto sucesso:
Alto gasto calórico. Nas aulas de aero jump podem ser gastas entre 400 e 900 calorias. A medida que o equilíbrio dinâmico é desenvolvido, a lona elástica será “empurrada” com maior intensidade pelo praticante, aumentando o trabalho dos membros inferiores e a quantidade de calorias gastas nas aulas. Fortalecimento dos membros inferiores. Todos os principais músculos dos membros inferiores são trabalhados nas aulas de aero jump . O quadríceps (parte anterior da coxa), os ísquios tibiais (parte posterior da coxa), e também os glúteos poderão ser bastante “modelados” com a pratica regular da modalidade. Prevenção e tratamento da osteoporoseSobre o trampolim existe um aumento da carga gravitacional que faz com que o peso corporal do praticante seja multiplicado por pelo menos 3 vezes o valor normal. Conseqüentemente, os ossos e músculos dos membros inferiores são constantemente estimulados. De acordo com um estudo feito pela NASA, para o fortalecimento das “pernas”, os exercícios no minitrampolim poderão ser mais eficientes do que a corrida em esteiras.Redução da celuliteOs saltitos na superfície do trampolim aceleram o “abre e fecha” das válvulas dos capilares linfáticos, que aumentam o processo de drenagem da linfa e a redução da celulite. Nos EUA, a drenagem ocorrida nos exercícios feitos no trampolim também é reconhecida como importante tratamento do câncer.Alto poder de relaxamentoA “flutuação dos corpos” nas aulas de aero jump faz com que o estado de humor dos praticantes seja completamente alterado...para melhor é claro! Algumas clínicas no Brasil utilizam exercícios nos minitrampolim como tratamento psicoterápico em função da diversão proporcionada pela atividade. O aero jump já é considerado como a melhor atividade anti-stress das academia.
Bem-vindos ao Vitrine Esportiva! Depois do incentivo das olimpíadas 2004 é hora de tirar a malha da gaveta e invadir a academia. Fomos conferir uma modalidade que está fazendo o maior sucesso entre os praticantes. É o Aero Jump, como o nome sugere é uma aula com características aeróbicas, realizadas com saltos e movimentos de corrida estacionária sobre uma mini cama elástica individual. A professora Aline Villanova garante que o jump é um esporte completo que pode ser praticado por qualquer pessoa. “O jump é um esporte eficiente, seguro, divertido e de baixa complexidade de execução, dessa forma, permite que qualquer pessoa consiga participar plenamente das aulas”, declara.
Na realidade são inúmeros e fascinantes os benefícios que o Aero Jump proporciona para os participantes. Reduz a gordura corporal, enrijece os braços, pernas, coxas, abdômen e glúteos, aumenta a agilidade, rejuvenesce o corpo quando está cansado e melhora o estado de saúde mental e físico. Segundo estudos realizados pelo professor Carlos Salto Neto das Faculdades Integradas Toledo de Araçatuba - SP, a demanda energética numa aula com duração de 30 minutos é de aproximadamente 200 a 260 Kcal. Portanto, este programa é de grande auxílio no controle do peso corporal.
Confira porque as aulas de Aero Jump fazem tanto sucesso:
Alto gasto calórico. Nas aulas de aero jump podem ser gastas entre 400 e 900 calorias. A medida que o equilíbrio dinâmico é desenvolvido, a lona elástica será “empurrada” com maior intensidade pelo praticante, aumentando o trabalho dos membros inferiores e a quantidade de calorias gastas nas aulas. Fortalecimento dos membros inferiores. Todos os principais músculos dos membros inferiores são trabalhados nas aulas de aero jump . O quadríceps (parte anterior da coxa), os ísquios tibiais (parte posterior da coxa), e também os glúteos poderão ser bastante “modelados” com a pratica regular da modalidade. Prevenção e tratamento da osteoporoseSobre o trampolim existe um aumento da carga gravitacional que faz com que o peso corporal do praticante seja multiplicado por pelo menos 3 vezes o valor normal. Conseqüentemente, os ossos e músculos dos membros inferiores são constantemente estimulados. De acordo com um estudo feito pela NASA, para o fortalecimento das “pernas”, os exercícios no minitrampolim poderão ser mais eficientes do que a corrida em esteiras.Redução da celuliteOs saltitos na superfície do trampolim aceleram o “abre e fecha” das válvulas dos capilares linfáticos, que aumentam o processo de drenagem da linfa e a redução da celulite. Nos EUA, a drenagem ocorrida nos exercícios feitos no trampolim também é reconhecida como importante tratamento do câncer.Alto poder de relaxamentoA “flutuação dos corpos” nas aulas de aero jump faz com que o estado de humor dos praticantes seja completamente alterado...para melhor é claro! Algumas clínicas no Brasil utilizam exercícios nos minitrampolim como tratamento psicoterápico em função da diversão proporcionada pela atividade. O aero jump já é considerado como a melhor atividade anti-stress das academia.
sábado, 4 de agosto de 2007
Quanto vale a vida para você?

A vida é um dom divino que poucas pessoas sabem reconhecer. Os problemas do Mundo moderno nos levam à um estado de espírito no qual não reconhecemos as manifestações de Deus em nossas vidas. Quantas vezes você já parou para escutar o som do vento, dos animais, dos pássaros. Quantas vezes você perguntou à alguém:
- Você esta precisando de alguma coisa?
É, infelizmente nos deixamos levar pelo mundo e esquecemos de nós e dos que precisam de nós. Pense nisso.
- Você esta precisando de alguma coisa?
É, infelizmente nos deixamos levar pelo mundo e esquecemos de nós e dos que precisam de nós. Pense nisso.
A POBREZA NO MUNDO.

Tem causado a devida polêmica o Relatório 2000 sobre Desenvolvimento Humano, elaborado recentemente pela ONU. As estatísticas são de arrepiar! Como todos já sabíamos, os mais ricos estão cada vez mais ricos e os mais pobres cada vez mais próximos da miséria mais absoluta! Vejamos alguns dados:. Mais de um bilhão de seres humanos têm de se haver com recursos da ordem de menos de um dólar por dia.. Quase três bilhões de pessoas não têm acesso sequer a saneamento básico.. Há quase um bilhão de subnutridos, prestes a morrer de fome, neste mundão.. Existe mais de duzentos milhões de crianças vivendo nas ruas, sem o amparo da família, sem acesso à educação.... O HIV infecta hoje quase quarenta milhões de seres humanos pelo mundo afora.A economia é, obviamente, um sistema fechado. Se falta muito de um lado e a produção é grande (e efetivamente o é!) o problema e sua solução estão na questão da distribuição de rendas.O assistencialismo prega que os países mais ricos prestem alguma forma de auxílio aos mais pobres, que “combatam a miséria”, em síntese. O absurdo da proposição só não é óbvio porque a ideologia das “chances iguais para todos” silencia os sentimentos.Desde o Modo de Produção Asiático os poucos poderosos vivem nababescamente do fruto do trabalho alheio. Em outras palavras, a pobreza existe porque existe ganância, avidez, ambição e canalhice por parte de uns poucos sempre poderosos e riquíssimos porque, por pertencimento a qualquer espécie de característica idiossincrásica como o domínio do verbo (e portanto da verba), algo como “carisma” ou qualidades que os distingam, sempre somadas a vícios monstruosos na dimensão da exploração do alheio, amealham para si e os poucos a quem “protegem” o fruto do trabalho alheio. Há teorias sociológicas interessantes sobre o valor da remuneração daquele que manda, daquele que tem mais poder e maior responsabilidade. Aliás, desde os escribas de faraó bajula-se os poderosos de turno...Não existem soluções paliativas para problema tão grave, em absoluto! As soluções são sempre radicais e sua hora chega, senão vejamos: Espártaco, Lênin, Mao-Tse-Tung, Che Guevara, Carlos Lamarca... Na vertente não violenta, que é sempre preferível, Henry Thoureau, Mahatma Gandhi e tantos na direção corretamente apontada pelo divino Mestre que, quando afrontado pelos escribas e fariseus de seu tempo com uma pergunta capciosa, daquelas que qualquer resposta estaria errada, saiu-se muito bem! Vale citar diretamente o texto bíblico:(Evangelho segundo São Mateus, capítulo 22, versículos de 15 a 22)(MT 22:15) - “Então, retirando-se os fariseus, consultaram entre si como o surpreenderiam nalguma palavra”;(MT 22:16) - E enviaram-lhe os seus discípulos, com os herodianos, dizendo: Mestre, bem sabemos que és verdadeiro, e ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas a aparência dos homens.(MT 22:17) - Dize-nos, pois, que te parece? É lícito pagar o tributo a César, ou não?(MT 22:18) - Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Por que me experimentais, hipócritas?(MT 22:19) - Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro.(MT 22:20) - E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição?(MT 22:21) - Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.(MT 22:22) - E eles, ouvindo isto, maravilharam-se, e, deixando-o, se retiraram.”A lei mosaica proibia os judeus de pagar tributos a qualquer potência estrangeira. A lei romana determinava o pagamento do tributo. Se Cristo respondesse ser ilícito pagar o tributo, teria problemas com os romanos mais precocemente do que teve mais tarde, se, por outro lado, dissesse ser lícito, sim, teria problemas mais sérios ainda com os herodianos, os “fariseus, hipócritas, raça de víboras, sepulcros caiados!” Mas se você é um homem do Estado, que vive das
benesses do Estado (Egípcio, Romano, Ianque ou o que o valha), nada mais sensato que prestar-lhe o devido tributo! Até por isso o Mestre enfatizava sempre que “o meu reino não é deste mundo...”Eduardo Galeano em “As Veias Abertas da América Latina” informa que somos como o paciente terminal na UTI de um hospital público a transfundir nosso sangue aos gordos, ricos, sadios e bem nutridos cidadãos do primeiro mundo... No mesmo livro menciona que a quantidade de ouro que foi retirada daqui para a Europa logo no início das Grandes Navegações daria para construir uma ponte de um metro cúbico de ouro maciço ligando Potosí, na Bolívia, a Londres! O quanto o ouro de Vila Rica contribuiu para a riqueza da Inglaterra é indescritivelmente cruel. Montanhas de ouro levadas de navio, nem mesmo esquentavam os cofres portugueses e seguiam (assim o impunha o “Tratado de Methuen”) para a Inglaterra. E onde havia montanhas, hoje há grandes crateras, do período colonial ao período “Serra Pelada”...O otimismo esquisito de alguns que pensam ser este quadro de alguma forma reversível por algum tipo de “bom mocismo” dos mais ricos só não é risível porque sério demais! À guisa de “solução” uns sugerem que “haja menos barreiras ao livre comércio”, ou seja, que os poderosos sejam mais livres para explorar ainda mais os mais humildes deste mundo.Soluções existem, mas sempre radicais:. Em primeiro lugar a dívida e(x)terna dos países pobres, que tem de ser suprimida com uma penada. Nós subvencionamos a riqueza do primeiro mundo, somos CREDORES deles, isso sim!. Tanta abertura e desmonte de barreiras só servem mesmo aos poderosos do mundo para que possam explorar mais confortavelmente a mão-de-obra e os produtos básicos baratos dos países exportadores de bananas e grãos. Supor que através de uma igualdade no tratamento entre exportadores de leguminosas de um lado e exportadores de tecnologia, hardware e software de outro se possa dirimir os problemas dos países pobres é tão ridículo quanto supor que os queijos e vinhos portugueses poderiam melhorar sua situação na troca mercantil com manufaturas inglesas. O resultado, a Inglaterra um dos países mais ricos do planeta e Portugal, um dos mais pobres da Europa, é suficientemente elucidativo do que aqui se expõe.. Desobediência civil! Há países perfeitamente auto-suficientes, como é o caso brasileiro! Abundância de recursos naturais, um povo forte e trabalhador, inteligências raras sendo exportadas para o primeiro mundo (a evasão de grandes cérebros brasileiros para o hemisfério norte já foi manchete em várias publicações sérias por aqui, inclusive!). Especulo que viveríamos muitíssimo melhor com menos relações com povos que só querem nos explorar. Teríamos o desafio de realizar coisas com nossas próprias habilidades, mas não teríamos mais de enviar a nata de nossos recursos humanos e materiais para países que já os têm de sobra!. É fundamental revisar as relações internacionais! Que os países do primeiro mundo só aceitem diplomatas que defendam os interesses deles e não os nossos é um descalabro! Que a mão-de-obra e os produtos dos países pobres seja tão depreciada é inadmissível!A solução, em síntese, não está no “bom mocismo” dos ricos em auxiliar-nos de alguma forma. Está antes em encontrarmos nós mesmos, em fóruns internacionais de países pobres, alternativas mais sorridentes. O exemplo dos “Países Não Alinhados” da década de 60 foi excepcional e precisa ser reeditado!Não me encontro entre os que consideram a globalização como uma fatalidade natural inescapável como terremotos ou furacões. É obra humana, como a bomba atômica e as Escolas de Guerra, portanto humanamente reparáveis.A Esperança reside ainda em sabermos que, assim como o domínio Romano praticamente acabou, também a Inglaterra teve seu momento e hoje os poderosos do mundo serão também dialeticamente superados. Estas idas e vindas da história são incômodas, mas inescapáveis. A última palavra sobre o socialismo, a liberdade, a igualdade e a fraternidade ainda não foi pronunciada. Não está entre os ricos. A solução para os nossos problemas está em assumirmos definitivamente nossa autarcia!
benesses do Estado (Egípcio, Romano, Ianque ou o que o valha), nada mais sensato que prestar-lhe o devido tributo! Até por isso o Mestre enfatizava sempre que “o meu reino não é deste mundo...”Eduardo Galeano em “As Veias Abertas da América Latina” informa que somos como o paciente terminal na UTI de um hospital público a transfundir nosso sangue aos gordos, ricos, sadios e bem nutridos cidadãos do primeiro mundo... No mesmo livro menciona que a quantidade de ouro que foi retirada daqui para a Europa logo no início das Grandes Navegações daria para construir uma ponte de um metro cúbico de ouro maciço ligando Potosí, na Bolívia, a Londres! O quanto o ouro de Vila Rica contribuiu para a riqueza da Inglaterra é indescritivelmente cruel. Montanhas de ouro levadas de navio, nem mesmo esquentavam os cofres portugueses e seguiam (assim o impunha o “Tratado de Methuen”) para a Inglaterra. E onde havia montanhas, hoje há grandes crateras, do período colonial ao período “Serra Pelada”...O otimismo esquisito de alguns que pensam ser este quadro de alguma forma reversível por algum tipo de “bom mocismo” dos mais ricos só não é risível porque sério demais! À guisa de “solução” uns sugerem que “haja menos barreiras ao livre comércio”, ou seja, que os poderosos sejam mais livres para explorar ainda mais os mais humildes deste mundo.Soluções existem, mas sempre radicais:. Em primeiro lugar a dívida e(x)terna dos países pobres, que tem de ser suprimida com uma penada. Nós subvencionamos a riqueza do primeiro mundo, somos CREDORES deles, isso sim!. Tanta abertura e desmonte de barreiras só servem mesmo aos poderosos do mundo para que possam explorar mais confortavelmente a mão-de-obra e os produtos básicos baratos dos países exportadores de bananas e grãos. Supor que através de uma igualdade no tratamento entre exportadores de leguminosas de um lado e exportadores de tecnologia, hardware e software de outro se possa dirimir os problemas dos países pobres é tão ridículo quanto supor que os queijos e vinhos portugueses poderiam melhorar sua situação na troca mercantil com manufaturas inglesas. O resultado, a Inglaterra um dos países mais ricos do planeta e Portugal, um dos mais pobres da Europa, é suficientemente elucidativo do que aqui se expõe.. Desobediência civil! Há países perfeitamente auto-suficientes, como é o caso brasileiro! Abundância de recursos naturais, um povo forte e trabalhador, inteligências raras sendo exportadas para o primeiro mundo (a evasão de grandes cérebros brasileiros para o hemisfério norte já foi manchete em várias publicações sérias por aqui, inclusive!). Especulo que viveríamos muitíssimo melhor com menos relações com povos que só querem nos explorar. Teríamos o desafio de realizar coisas com nossas próprias habilidades, mas não teríamos mais de enviar a nata de nossos recursos humanos e materiais para países que já os têm de sobra!. É fundamental revisar as relações internacionais! Que os países do primeiro mundo só aceitem diplomatas que defendam os interesses deles e não os nossos é um descalabro! Que a mão-de-obra e os produtos dos países pobres seja tão depreciada é inadmissível!A solução, em síntese, não está no “bom mocismo” dos ricos em auxiliar-nos de alguma forma. Está antes em encontrarmos nós mesmos, em fóruns internacionais de países pobres, alternativas mais sorridentes. O exemplo dos “Países Não Alinhados” da década de 60 foi excepcional e precisa ser reeditado!Não me encontro entre os que consideram a globalização como uma fatalidade natural inescapável como terremotos ou furacões. É obra humana, como a bomba atômica e as Escolas de Guerra, portanto humanamente reparáveis.A Esperança reside ainda em sabermos que, assim como o domínio Romano praticamente acabou, também a Inglaterra teve seu momento e hoje os poderosos do mundo serão também dialeticamente superados. Estas idas e vindas da história são incômodas, mas inescapáveis. A última palavra sobre o socialismo, a liberdade, a igualdade e a fraternidade ainda não foi pronunciada. Não está entre os ricos. A solução para os nossos problemas está em assumirmos definitivamente nossa autarcia!
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